Se me der na telha
Se me der a lua
Ponho o pé na estrada
Meto o pé na tábua
Boto o carro na frente dos bois
Atropelo elementais
Deixo tudo pra depois de nunca mais
Se me der na telha
Se me der na louca
Se me der um beijo
Se me der na boca
Se me der o troco
Para comprar pão
Vou gastar com pinga
Vou gastar com pinga, meu irmão
Na Telha (Kleber Albuquerque)
Segunda-feira, Novembro 24, 2008
Domingo, Novembro 16, 2008
Quarta-feira, Novembro 12, 2008
Espiando...
Levantou a xícara de porcelana branca levemente. Suas mãos eram fortes e grandes. As unhas, curtas e sujas. Parecia ser artesão ou talvez mecânico, não sei.. As veias saltadas, de sangue agitado. Parecia estar no seu momento de rápida pausa. tal qual a pressa do levantar da xícara, um golpe de gole, do pires em cima da bancada de madeira velha, até a boca. O homem parecia não se cuidar bem... Limpou o suor da testa, olhando para baixo, num olhar distante. expirava forte. o olhar dizia muito mais que: "ainda tenho muito o q fazer".
Segunda-feira, Novembro 10, 2008
Por que insistes em me dizer que estás aí?
Saracuteando dentro de mim?
Sei que tu existe, mas que não tenho te dado tanta atenção...
Deves estar perguntando por que, não é?
Pois eu te respondo agora. Não sei lidar com você. Não sei do que precisas.
Voce pequenino que me tira de mim mesma, e ao mesmo tempo faz com que eu me veja...
Você que parece querer sair de mim. Talvez não goste de sua casa,
Talvez queira morrer pela boca... Não sei o que queres de mim... por que bates assim?
Saracuteando dentro de mim?
Sei que tu existe, mas que não tenho te dado tanta atenção...
Deves estar perguntando por que, não é?
Pois eu te respondo agora. Não sei lidar com você. Não sei do que precisas.
Voce pequenino que me tira de mim mesma, e ao mesmo tempo faz com que eu me veja...
Você que parece querer sair de mim. Talvez não goste de sua casa,
Talvez queira morrer pela boca... Não sei o que queres de mim... por que bates assim?
Sábado, Novembro 08, 2008
Ele, parecia estar lá desde que nasceu. Tanta prática e domínio de situação de espaço, aquele lugar parecia ser dele só dele. E tantos anos fazia que parecia estar lá, que fazia tempo, tanto tempo q estava lá, que fazia muito tempo que estava lá. Parecia q tudo dele foi feito lá: os olhos, o corpo, a postura, as leves rugas dos olhos, o rítimo... a maneira de fazer as coisas. Não, a maneira parecia ser de fora, da mãe, do pai, ou de quem o criou... Mas misturada com o ambiente, é claro! O negócio, é que ele estava lá! E lá era seu lugar.
Quinta-feira, Novembro 06, 2008
Quarta-feira, Novembro 05, 2008
Terça-feira, Novembro 04, 2008
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